De resto, em Outubro, as aplicações móveis da Nokia, que foram criadas para o Windows Phone, já tinham ganho a designação de «Lumia» e, por esse motivo, a escolha definitiva deste nome como substituto da marca finlandesa não foi uma autêntica surpresa. A acrescentar que ainda se desconhece se a empresa fundada por Bill Gates irá escolher o nome «Lumia», «Microsoft» ou «Microsoft Lumia» para registar os seus futuros equipamentos. Afinal, até agora, os smartphones Lumia apenas tinham a marca «Nokia» quer nos ecrãs, quer nas partes de trás dos aparelhos.
Embora não seja mais uma marca, a Nokia vai continuar a existir como uma empresa de tecnologias e de serviço de localização e de infra-estruturas de telecomunicações.
Telemóveis Nokia: a história de um fim anunciado 
O desaparecimento da marca já estava previsto há algum tempo. Mais propriamente, desde que a Microsoft adquiriu a divisão de telemóveis Nokia, em Abril. A firma finalizou a compra, através de uma aquisição que custou cerca de 7.2 mil milhões de dólares (ou seja, aproximadamente, 5.2 mil milhões de euros).
Numa carta enviada aos seus fornecedores, a Nokia anunciou que, com esta compra, passaria a designar-se de «Microsoft Mobile Oy», funcionando como um departamento de telemóveis da Microsoft.
O fim dos telemóveis Nokia começou a transformar-se numa certeza no passado mês de Setembro. «Como parte de nossa fase de transição, vamos retirar o nome da fabricante [Nokia] da nossa referência a produtos durante a campanha de final do ano», adiantou, na altura, uma fonte da Microsoft ao site especializado GeeksOnGadgets.
Com esta atitude, a firma pretendia valorizar a marca Microsoft Mobile, a unidade responsável pelos smartphones com o sistema operativo Windows. Já nessa época, a empresa de Bill Gates encontrava-se a promover sub marcas, como a Lumia, para evitar referências à marca finlandesa.
Fontes: Jornal de Negócios, TeK - Sapo e Correio da Manhã























