
De resto, a investigação ainda faz previsões: sendo assim, em 2017, os valores irão mais do que duplicar para receitas que rondarão os 230 mil milhões de euros.
Ou seja, deverá ocorrer um crescimento anual de cerca de 25%, em comparação com o crescimento desses valores nas regiões dos Estados Unidos da América e da China.
Mas por que motivos é que se está a assistir a um crescimento tão célere das receitas associadas à Internet móvel? Em primeiro lugar, há uma competição entre os diversos ecossistemas, o que acaba por originar uma maior possibilidade de escolha, devido à existência de mais e melhores dispositivos… a preços cada vez mais baixos.
Esta evolução é ainda mais estimulada, graças às aplicações móveis, os conteúdos e a componente de serviços, impulsionados pela expansão rápida da publicidade e das compras mobile.
Portugal também não escapa à «febre» dos smartphones
A importância da Internet móvel prolonga-se para além das receitas anuais: afinal de contas, esta modalidade é a responsável pela criação de cerca de 250 mil postos de trabalho, tal como informa The Mobile Internet Economy in Europe. Como é óbvio, alguns desses empregos estarão directamente associados a centros de reparação de Galaxy S4, entre tantos outros dispositivos móveis.
A «febre» por este tipo de equipamentos faz-se sentir, para além do grupo UE5. Basta analisar o caso português. Realmente, neste «rectângulo à beira-mar plantado», os smartphones, por exemplo, vieram mesmo para ficar. Em 2013, as vendas destes telemóveis inteligentes chegaram a ultrapassar as dos equipamentos tradicionais.
Aliás, em Setembro de 2014, foi divulgado que o Barómetro de Telecomunicações da Marktest apurou que os smartphones são utilizados por 4 milhões e 134 mil indivíduos, o que corresponde a 46.4% das pessoas que possuem telemóvel e residem em Portugal, com uma faixa etária igual ou superior a 10 anos.
A acrescentar que a população jovem (ou seja, a que se localiza entre os 15 e os 24 anos) é aquela que mais utiliza esses dispositivos móveis e, por isso, precisa mais de uma reparação de Galaxy S4: as taxas de uso superam o valor médio em quase 60%.
Fontes: TeK - Sapo e Jornal de Notícias






















