Ainda segundo os resultados dessa investigação, nos últimos sete anos, já foram gastos cerca de 440.9 milhões de euros tanto em reparações, como em substituições de smartphones. De resto, 28% desses casos tiveram lugar entre 2012 e 2014. A acrescentar que 58% dos proprietários teve de esperar sete ou mais dias por uma reparação de Galaxy S3, por exemplo. 
Segundo o Managing Director Europe da Square Trade, Kevin Gillan, estas informações permitem ter uma ideia do valor global gasto pelos utilizadores para o conserto dos seus telefones. Por outro lado, os dados também permitem a previsão e a antecipação de certos acidentes, nomeadamente com os telemóveis, que conduzem a esses centros de reparações.
A principal culpada pelo aumento destes incidentes, que originam a necessidade de recorrer a uma reparação de Galaxy S3, é a tendência de as marcas apostarem cada vez mais em aparelhos finos e leves e, por consequência, menos robustos e resistentes a uma queda, por exemplo.
Portugueses mantêm um elevado consumo de smartphones, o que aumenta a necessidade de reparação de Galaxy S3
No entanto, há mais factores para o crescimento da reparação de Galaxy S3. Outro motivo é precisamente o aumento da utilização deste tipo de máquinas. Vejamos os dados disponibilizados pela consultora IDC que fez um balanço do consumo nacional de novas tecnologias nos primeiros nove meses de 2014.
De acordo com essas informações, o interesse por smartphones mantém-se muito elevado, embora os portugueses continuem a viver uma época económica complicada. É que, ao longo do ano de 2014, existiu um crescimento de cerca de dois dígitos, um aumento que terminou com mais de 2.68 milhões de novos telemóveis inteligentes vendidos no nosso país. Já em 2013, foram vendidos 2.19 milhões de smartphones. Especificamente de Janeiro a Setembro de 2014, ocorreu um aumento de 22%.
Essa tendência ascendente permanece no segmento dos aparelhos híbridos, isto é, que conciliam portáteis com tablets. Afinal de contas, houve mais 46% de vendas nos primeiros nove meses do ano, em comparação com o mesmo período do ano de 2013. Os portáteis híbridos da ACER estão no topo das preferências, apesar de os aparelhos das marcas ASUS e Microsoft também terem um lugar de destaque.
O IDC concluiu ainda que houve um crescimento de 39% na compra de tablets, nesses nove meses. A Samsung é a líder destacada neste segmento, graças a um aumento de 51% das vendas.
Fonte: PowerUser






















